Uma coisa é encherem o saco do Ronaldinho. Outra coisa é encherem o saco da Britney Spears.
Fenômeno, poupe-me de seu tédio e vaidade. Sua intimidade não me interessa. Pode ficar com 100 kg, com seu quarto individual na Copa.. ou com 3 travestis, 10 homens, 7 mulheres, 4 cavalos, 5 cachorros. Na Alemanha, no Brasil, no motel ou no Flamengo. Au Revoir.
Imprensa: deixe a menina em paz.
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Pela primeira vez em 18 anos fazendo compras com a minha mãe no supermercado, consegui pegar um carrinho que não estivesse empenado! Juro que fiquei absurdamente contente, e nem ficava pelos corredores reclamando com a senhora Marcia-vulgo-mamãe (seguindo o apelo da Maitê Proença de chamar a mãe de mamãe) que toda hora ela tem de pegar uma “coisinha” a mais do que havia dito que iria “comprar rapidinho pra não demorar”.
Somando 18 anos, auto-escola, carrinho de supermercado com direção hidráulica.. VRUUUUUUM: Virei pilota.
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Abril 21, 2008 de Natasha
Eu nunca entendi muito bem a razão pela qual algumas pessoas quando choram tanto, acabam por vomitar. Se é o nervosismo, ou quem sabe alguma alergia (?), enfim, qual seria o motivo.
Mas resolvi parar pra pensar e acho que consegui entender o mecanismo.
As pessoas não choram para que as lágrimas caiam. Elas choram pra tirar algo de dentro, pra exorcizar seus demônios. Excretam verdades, vomitam mentiras. Tiram aquilo que estava preso dentro de si. Deveria ser retirado por meio das palavras, mas quando não é dessa maneira, quando se chega à um limite, e tudo não foi posto pra fora, não há mais tempo ou meio para serem ditas. As palavras saem, fogem em disparada. Não são ditas, não são cuspidas.. São simplesmente, vomitadas.
Isso, vomitadas. Sem tempo para que se tornem mais suaves, com formas. Elas saem na forma mais bruta (ou seria brutal?) possível. Elas simplesmente vão embora.. O que já deveria ter sido feito há algum tempo, mas sem tanta dor. Ou sujeira.
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Abril 20, 2008 de Natasha
Por que eu sempre tenho a impressão de que estou perdendo algo antes mesmo de de fato ganhar?
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Abril 11, 2008 de Natasha
Então quase vomito e choro e sangro quando penso assim.
Quase.
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O sentido das palavras muda com o tempo e as circunstâncias. Já o silêncio, permanece constante.
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Eu devo ser a pessoa mais engraçada da minha academia. Aliás, é estranho falar “minha academia”. 18 anos, e uma boa parte deles enrolando para entrar em uma. Sempre tive aversão à puxar ferro. Ui, que afetada. Sempre fiz dança, segundo minha irmã gêmea-gostosona-puxa-ferro, coisa de franguinha, mulherzinha. Ahhhh! Me poupe, que gírias marombeiras são essas de “botar o dedo” e todo esse etc? Fala sério! Quase mais gay que as gírias balerinísticas.
Então, eu disse que sou engraçada não pelo meu senso de humor super apurado (a-hã). Mas sim, pelo fato d’eu parecer um ET por não saber o que é uma cadeira abdutora (sem trocadilhos). Eu havia pensado que ao ter dito “Nunca fiz academia na vida”, teria deixado explícito que eu não sei os nomes dos aparelhos, tampouco utilizá-los.
Depois olham pra mim assustados quando aqueles pesos caem no chão fazendo um barulho assustador - mais assustador do que meus pensamentos quando eu começo a me perguntar a razão de estar ali com todas aquelas pessoas vestindo abadás, leggings super coloridas e mulheres de 40 anos com o corpo melhor que o meu (relevem, elas tem pelo menos 20 anos a mais de academia!).
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Março 25, 2008 de Natasha
Respira fundo.
E como diriam os barbudinhos.. “aponta pra fé e rema”.
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Março 23, 2008 de Natasha
Ok. To me sentindo importante!
Dois amigos meus me ligaram bêbados em uma única madrugada. Um ou outro de vez em quando eu to até acostumada. Mas dois? E num intervalo de minutos tão pequeno? Sendo que eles nem tavam juntos..
Pelo menos eu me divirto, haha.
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Março 17, 2008 de Natasha
Nunca fugi de responsabilidades, de conseqüências.. sempre foi assim.
Minha vida toda espero algo de mim. Mas ora, francamente, parei de me idealizar. Resolvi aceitar que certas coisas não estão no meu controle. E, como todo mundo, eu tenho o direito de errar. Acho que meus erros são meus piores acertos.
Tenho o direito de pagar com a língua e cometer tudo o que sempre critiquei. E tenho de admitir, que embora relute contra isso, certas coisas uma vez feitas, não tem como ajeitar. Nessas horas surge aquela sensação de impotência, é difícil de aceitar que você não pode sempre acertar. Alguns fatos acontecem, e quando se vê, já era. Não há mais o que fazer. Já foi. Seja uma coisa dita - ou não dita, uma ressaca moral, um ato impensado.. Chega de lamentar. Chega de fazer do desejo de ser o seu melhor, se tornar o seu estorvo.
Nunca vendi sonhos, distribuo verdades, não compro mentiras, não uso etiquetas, não quero piedade, não dependo de alheios, luto pelas minhas conquistas. Estou no caminho de me sentir à vontade no papel de quem sou. De mais eus que eu mesma, mas sem encenações.
Ou dramas.
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Dica: Já que, “só se é feliz no cinema..”, festival de cinema no ccbb: http://www44.bb.com.br/appbb/portal/bb/ctr2/rj/NoticiaDetalhe.jsp?Noticia.codigo=161892
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